R  E  I  K  I

   REIKI é uma palavra que significa Energia Vital Universal.

É um método científico complementar de cura através das mãos que utiliza uma energia de alta freqüência, chamada "REI", a qual atua profundamente no indivíduo buscando dissolver a CAUSA de seus males e ampliar sua consciência.

Esta técnica foi redescoberta, há dois séculos, por um padre japonês, doutor em teologia, Mikao Usui, quem assim a batizou, quando pesquisava em manuscritos de mais de 2.500 anos, num mosteiro budista, assim como resolveu que esta seria uma profissão tal qual o Shiatsu, a Acupuntura, etc. desvinculada de qualquer filosofia ou religião.

Que energia é essa?

Segundo pesquisadores, em 1990, um grupo de cientistas modernos, ao estudarem a origem do Universo, descobriram a existência de energias que,ao se unirem, formam os átomos.

Essas energias, de forma ondulada e de tamanho diferenciado, percorrem o espaço por todos os lados como um a carretel de linha. Em determinado instante, estas se unem e se condensam constituindo os prótons, os elétrons e os nêutrons, que por afinidade eletromagnética, criam os átomos.

Então, segundo esta teoria, existem dois tipos de energia no Universo:

1-  A polarizada, formada por prótons, elétrons e nêutrons, que é a energia natural (positiva/negativa)       chamada  "KI", existente em nosso corpo,  gerada pelos nossos átomos.

2-  Energia pura, chamada "REI"  que é a de alta freqüência  vibracional, sem polaridade. "REI" é um tipo    de energia  primordial, segundo a física moderna, é de onde os átomos se originaram, isto é, ela é anterior à formação da energia polarizada, acima citada.

A energia  "REI" equilibra a energia  "KI", daí  o nome :  "REIKI".

R E I K I não tem polaridade ( YIN e YANG). Ele é    YIN,    YANG    e    NEUTRO.


Esta técnica natural, agora  já conhecida em vários países, trazida para o Brasil por  um grupo de psicólogos, em 1983, dentre eles a nossa digníssima mestra, Dra. CLAUDETE FRANÇA,  vem se expandindo graças a sua indiscutível eficácia.

 Para que possamos ter nosso  organismo em bom funcionamento, necessitamos que os átomos do nosso corpo estejam conectados com as ondas de energia, as quais nos deram origem, pois nós somos energia. Mas devido a nossa má alimentação, má respiração, pensamentos ruins, problemas emocionais, respiratórios, estresses do dia à dia, etc. criamos uma espécie de bloqueio, onde colocamos nossos  chakras (pontos de captação de energia) desalinhados, debilitando as nossas glândulas endócrinas que, por sua vez,  desequilibram  nossas células,  nos tornando doentes.

Sabemos que toda a matéria é constituída por átomos. O indivíduo aprende a captar esta energia, como se ele fosse uma antena.

Uma vez sintonizado com essa energia -  para isto é necessário passar pela sintonização (Seminário de Reiki) - ao se tocar, ou ao tocar qualquer ser  vivo, planta, animal, pessoa, alimento, ele se torna um canal  captador das ondas  "REI" , o que é melhor, sem utilizar concentração mental de qualquer espécie, fé, desejo de curar ou ambientes especiais.

É através das mãos que o reikiano adquire  e transmite esta energia.  Ao tocar, liga; ao afastar as mãos, desliga.

São os átomos do corpo do receptor que captam a quantidade  necessária de energia para o equilíbrio de suas próprias células. Sem manipulação de ambas as partes, pois, se trata de uma energia inteligente, vai para o local  mais necessitado.

Em nenhum momento, o aplicador de REIKI perde energia de seu próprio corpo, nem tão pouco, adquire as energias densas de quem está recebendo.

Portanto, REIKI é uma técnica terapêutica muito simples e eficaz, pois complementa qualquer  tratamento físico, psíquico, mental, até espiritual, para os que acreditam, sem qualquer  vínculo filosófico ou religioso. Ultimamente, está sendo utilizado por médicos, enfermeiros, dentistas, fisioterapeutas,  acupunturistas, massagistas, etc. e até por pessoas leigas, que aprendem a técnica, para melhorar sua qualidade de vida, alta estima e abertura de consciência.

Quem faz o Curso de REIKI tradicional, se torna um “Terapeuta Reiki”, pois é profissionalizante. Mas para isto, é necessário escolher um Mestre   SÉRIO E QUALIFICADO.  “ Pesquisar “.

                Milli Narducci Leite – Nível 3A de Reiki

 

PONTOS IMPORTANTES DO REIKI

 

)Reiki é uma ciência energética. Reiki trabalha independente de qualquer sistema religioso.

2)Reiki é energia não polarizada, portanto, sempre segura.

3)Como o Reiki é não-polarizado, pode ser usado até por uma criança; pode ser usado para tratar, até mesmo, doenças crônicas; ou por um adulto de qualquer meio social.

4)Sendo não-polarizado, Reiki trabalha conjuntamente com qualquer outra forma de terapia incluindo medicamentos, quimioterapia, cirurgia, homeopatia, acupuntura, etc.

5)Porque Reiki é energia que emana do nível subatômico, quando fazendo o tratamento, o terapeuta utiliza primeiramente a Energia Reiki e de uma maneira menor, de toda energia inata do corpo. O terapeuta de Reiki não arrisca nada ao tratar de outros e o Reiki na verdade estará energizando-os quando eles tratam de outra pessoa. Após tratar muitos pacientes, por mais que estejam doentes, o terapeuta Reiki geralmente se sente mais energizado.

 

6)Reiki trabalha no plano causal, isto é, no nível da raiz da causa e como tal, trata o corpo como um todo; É holístico por natureza, porém não requer nenhuma habilidade em diagnosticar por parte do terapeuta. Por estas razões, Reiki pode ser usado eficientemente por qualquer pessoa de qualquer idade ou meio social.

 

PRINCIPIOS DO REIKI

 

HOJE EU ABANDONO A RAIVA.

HOJE EU ABANDONO AS MINHAS PREOCUPAÇÕES

HOJE EU CONTO COM TODAS  AS MINHAS BENÇÃOS

HOJE EU FAÇO O MEU  TRABALHO  HONESTAMENTE

HOJE EU SOU GENTIL COM TODAS AS CRIATURAS   VIVAS.

O QUE É UM REIKIANO?

Aquele que trabalha com as mãos é um artesão!

Aquele que trabalha com a mente é um sábio!

Aquele que trabalha com a inspiração é um artista!

Aquele que trabalha com a técnica é um profissional!

Aquele que trabalha com a intuição é um místico!

Aquele que trabalha com o coração é um espiritualista!

Aquele que trabalha com as mãos, mente, inspiração, técnica, intuição e com o coração, é um Reikiano

 

Gravidez e Reiki

Uma dieta adequada e exercícios direcionados são bons aliados de futuras mamães que desejam passar pelo período de gestação em forma. Cuidar do corpo faz bem às gestantes, mas dedicar um tempo ao que a mente reserva também é uma opção para quem quer ter uma gravidez, parto e pós-parto em equilíbrio.

Pegando carona nas práticas e terapias que recorrem à mente para potencializar efeitos físicos, muitas grávidas descobririam o Reiki, uma técnica tibetana de cura através do toque. Em poucas palavras, o Reiki utiliza as mãos como instrumento para transmissão de energia e melhora da saúde física e mental.

A técnica não exige grandes esforços, o que é um ponto a mais para gestantes que, por algum tipo de problema, como gravidez de risco, por exemplo não podem se dedicar a atividades mais "pesadas".De acordo com o biomédico e professor de Reiki, Thiago Romano, a prática não possui nenhum tipo de contra-indicação.

"A gestante pode tanto aplicar como receber Reiki durante todo o período de gestação. Quando um reikiano está transmitindo Reiki, ele automaticamente recebe os benefícios da energia. Assim, quanto mais a gestante doar ou receber, melhor será para o bem estar dela e da criança", comenta.

Reiki
Uma técnica tradicional que se baseia na transmissão de energia pela simples imposição das mãos em posições específicas na cabeça, no tórax, no abdômen e nas costas. O Reiki é um acelerador no processo natural de cura e não interfere no tratamento médico. Gera resultados positivos nos aspectos físicos, mentais e espirituais. Além de aliviar o estresse, sua eficácia é comprovada na cura de ferimentos, cortes, queimaduras, dores de cabeça, TPM, problemas de coluna, angústia, síndrome do pânico e depressão e outros.

 

A saúde da mulher fica muito mais vulnerável durante a gravidez - e não à toa: por nove meses, o organismo tem de dar conta das necessidades de duas vidas. Mas os problemas costumam ficar restritos ao pré-natal e podem ser minimizados com o acompanhamento médico adequado.

Esse é o caso do diabetes, desequilíbrio limitado ao tempo em que o bebê é esperado - à exceção das pacientes em que a doença não é conseqüência da gravidez. "Antes do sexto mês, se a paciente apresentar algum sintoma do diabetes, é porque já estava com o mal antes de ter engravidado", afirma a obstetra do Hospital São Luiz, Luciana Taliberti.

O diabetes gestacional é diagnosticado por volta da 26ª semana. O exame de glicemia, no entanto, deve ser feito desde o início da gravidez, sendo repetido a cada três meses, tanto para acompanhar as variações da taxa de açúcar no sangue, quanto para controlar a doença. O controle pode ser feito por medicamentos ou com simples mudanças nos hábitos alimentares.

26ª semana. E por quê?
Em torno do sexto mês de gravidez, o feto passa a consumir mais glicose para ganhar peso, daí a maior probabilidade de surgirem problemas relacionados às taxas de açúcar nesse período. Na ocasião, ocorre um aumento de hormônios placentários, que estimulam a produção de insulina circulante no sangue materno com a finalidade de manter a glicose dentro da célula fetal.

Algumas pacientes não são capazes de produzir insulina suficiente para permitir que a glicose vá para o bebê, fazendo com que o açúcar extra permaneça em seu próprio sangue, levando à hiperglicemia. Quando a gestação acaba, a necessidade de produzir mais insulina também acaba, dando fim ao diabetes.

Os sangramentos são outro fantasma que assustam as futuras mamães. "Eles podem ser indícios de abortos, daí a preocupação", afirma a obstetra.

Pressão alta é outra disfunção que pode ser detectada durante os três primeiros meses. A especialista afirma que a incidência de hipertensão é maior na primeira gravidez ou no primeiro filho de gestações de pais diferentes, devido ao caráter imunológico do organismo da mulher.

Essa reação imunológica acontece porque a mãe reconhece o filho como algo estranho ao seu organismo, já que, geneticamente, 50% do feto é composto pelo pai. Mulheres acima dos 35 anos também são mais suscetíveis à pressão alta. Chamada de hipertensão crônica, este tipo de quadro desenvolve-se em mulheres que já apresentavam oscilações na pressão arterial antes de engravidar. Fatores como sedentarismo e peso em excesso aumentam a probabilidade da doença se manifestar.

Uma ultrassom, no entanto, é suficiente para mostrar a situação das artérias. "Notar sintomas simples, como aumento demasiado de peso e inchaço, também ajuda no diagnóstico", explica Luciana. Medir a pressão mensalmente é importante para manter o controle, caso a hipertensão já esteja instalada.

A faixa etária mais avançada também torna as mulheres mais vulneráveis aos problemas relacionados à tireóide - glândula que produz os hormônios responsáveis por acelerar ou retardar o metabolismo. O hipo ou hipertireodismo são detectados por meio de exames de sangue que, segundo a obstetra do Hospital São Luiz, são feitos no primeiro trimestre da gestação.

Já nos últimos três meses, os sangramentos novamente merecem atenção especial. Eles podem significar deslocamento da placenta, levando ao nascimento prematuro, ou sinais de placenta prévia, casos em que a placenta cobre parcial ou totalmente o colo uterino. Neste último caso, a indicação é que a mulher fique de repouso até o final da gravidez, a fim de evitar uma precoce contração uterina.

ATENÇÃO - O Reiki não substitui o tratamento médico

TERAPEUTA -  Maria Lucia Ferraz  - CRT 44430

Tels: (034) 3213-2537    8876-8677

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